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quarta-feira, 11 de julho de 2012

Ônibus da NP no "prego" no meio da ponte

Olá pessoal!

Hoje pela manhã eu estava em São Luis vindo pelo São Francisco para a o centro e enfrentei um engarrafamento da Mirante até a Beira-Mar. Quando chego no meio da ponte José Sarney vejo o motivo: o ônibus da Navegações Pericumã (ônibus que transporta os passageiros da lancha Diamantina entre a praia grande e a Ponta d'Areia  quando o embarque desembarque ocorre na Ponta d'Areia) estava parado com problemas. Infelizmente não deu para registrar foto.

Já falei sobre esse assunto em outros posts e hoje contatei que nada mudou. Sem comentários adicionais!

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quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Efetividade do espigão costeiro

O espigão costeiro foi "concluído". Na TV é veículada propaganda dessa conclusão e de que a segunda fase seria a construção de uma marina para barcos de pesca e passageiros. Se isso for/fosse verdade, talvez melhorasse a questão dos difícieis horários de embarque / desembarque das viagens devido à variação de marés. Mas parece que a concepção e efetividade da obra são duvidosas e o destino mais incerto ainda. Confira reportagens relacionadas a esse assunto no Jornal Pequeno:

http://www.jornalpequeno.com.br/2011/11/1/espigao-costeiro-nao-evita-o-avanco-do-mar-175591.htm

http://www.jornalpequeno.com.br/2011/11/8/que-sera-que-sera-176190.htm

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Lancha Diamantina volta a fazer viagens

A lancha Diamantina voltou a fazer viagens, creio que esta semana. Pelo relato dos colegas que vieram nela hoje, nenhuma melhoria visível foi notada, além do ar-condicionado que estava funcionando bem segundo informaram. Devem ter feito apenas uma reforma básica no motor ou algo similar. Não tenho informações se o retorno é definitivo ou se irão suspender novamente.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Acidentes no transporte aquático: Acaso ou Descaso?


Quando falamos de segurança e prevenção de acidentes, lembramos logo de manutenção, vistoria, treinamento e informação. As estatísticas afirmam que 40% dos acidentes ocorrem por negligência da manutenção que normalmente são reflexo do descaso dos proprietários dos objetos principais envolvidos no acidente, muitas vezes empresários que só se interessam pelo lucro. Fatos recentes não faltam para reforçar essa tese, como o acidente no parque de diversões (RJ, 14/08) e tombamento do bonde em Santa Teresa (RJ, 27/08).
Um artigo da revista Previdência e Seguros (http://www.aerodinamica.com.br/PORTUGUES/seguro.html) mostra estatística em que o transporte aquático ocupa o 2º lugar em número de óbitos por milhões de passageiros, atrás do transporte automobilístico (1º lugar) e seguido pelo transporte ferroviário (3º lugar) e transporte aéreo (4º lugar, e considerado transporte mais seguro do mundo).
No transporte aéreo, segundo o site planecrashinfo.com, 56% dos acidentes ocorrem por falha humana, 12% por condições climáticas e 20% por falhas mecânicas, que é um percentual que ainda assusta, visto que esse setor já prima pela falha zero no que diz respeito a máquinas, com investimento alto em programas de manutenção rígidos e fiscalização constante.
Na minha opinião o transporte aquático não difere muito do aéreo no que diz respeito ao risco de morte, pois o mar ou rio reduz as chances de sobrevivência, independente do tipo de acidente ocorrido, assim como a altitude. O que difere é apenas o cuidado com a manutenção. Se não fosse isso, a aviação estaria numa posição pior que a navegação nas estatísticas mostradas nos parágrafos anteriores.
Mas parece que as empresas e autoridades ainda não acordaram para essa realidade. O que vemos é que o transporte aquático na maioria dos casos ainda é tratado como algo “trivial”, muitas vezes executado por pessoas ou empresas que o tratam de forma rudimentar, sem preparo adequado e às vezes até mesmo sem autorização; ou então que os problemas que presenciamos são “comuns” e “fazem parte” da realidade do transporte aquático. Concordar com isso é entregar a vida ao acaso.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Ônibus: o outro problema do embarque/desembarque na Ponta d’Areia

Mesmo o embarque sendo na Ponta d’Areia, a compra de passagens e concentração de passageiros começa sempre no terminal da Praia Grande (Rampa Campos Melo), visto que na Ponta d’Areia não é terminal e sim uma mera solução para que o embarque aconteça mesmo coma maré baixa na Praia Grande, portanto não tem guichês ou pessoas vendendo passagens. Para transportar os passageiros da Praia Grande até a Ponta d’Areia ou vice-versa, as empresas de navegação usam ônibus fretados ou próprios. O problema é que a  maioria dos ônibus trafega lotado ou em péssimas condições de conservação e atendimento, principalmente os ônibus da empresa Navegações Pericumã.
Na viagem que fiz nesta data, fomos até a Ponta d’Areia num dos ônibus da Navegações Pericumã (Lancha Diamantina), que é bem antigo e está em péssimo estado de conservação. Já é costume o motorista dirigir com imprudência em alta velocidade, realizando curvas e freadas bruscas, colocando em risco os passageiros. A novidade nesta data é que, além disso, ele quase cria uma briga de trânsito, colando atrás de um carro que estava na sua frente atrapalhando a sua “pressa”, além de proferir palavrões. Mais uma vez, onde está o respeito ao consumidor?
Um dos ônibus da NP. São tão antigos que ainda têm o nome do barco Mensageiro da Fé na pintura lateral.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Embarque na Ponta d’Areia

O terminal hidroviário da Praia Grande (rampa Campos Melo) já não é um lugar de muito conforto e qualidade, porém nada se compara ao embarque na Ponta d’Areia. As viagens nunca saem no horário marcado (sempre atrasam). Não há nenhum abrigo ou sombra para os passageiros esperarem. É um lugar estranho e isolado. Temos que colocar os pés na areia e muitas vezes na água. O encalhamento de embarcações é constante, obrigando o passageiro a esperar em terra (para embarque) ou dentro da embarcação (para desembarque). Não há nenhuma infra-estrutura para embarque e desembarque. Algumas pessoas dizem que há algum tempo atrás a Capitania proibiu o embarque e desembarque na Ponta d’Areia e todos os embarques eram no porto da Ponta da Espera, porém, pelo visto, tudo voltou para a Ponta d'Areia sem nenhuma mudança.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

A lancha "Bahia Star"

Não cheguei a registrar em foto, mas a lancha Bahia Star, da Navegações Pericumã, tinha na cabine de comando placa que informa o ano de sua fabricação: 1974. Metade do convés tinha cobertura integrada ao chassi da lancha e equipada com ar-condicionado que raramente funcionava e a outra metade (parte traseira ou popa) era para a viagem “ao ar livre” e tinha uma cobertura feita com armações de ferro e lona que inclusive caiu sobre os passageiros em 09/2009. Um dos registros que fiz foi da porta que dá acesso à parte interna da lancha. Essa  emperrava e sempre os passageiros tinham dificuldade de abri-la devido à maçaneta minúscula que fazia parte da mesma. Num acidente isso seria um desastre. Para nossa sorte (não sei se é certo dizer isso), ela foi desativada das viagens São Luis – Alcântara, ficando apenas a lancha Diamantina. Segue a foto da porta e da lancha: