Confira no site do iMirante:
http://imirante.globo.com/noticias/2011/01/14/pagina264244.shtml
http://imirante.globo.com/noticias/2011/01/14/pagina264200.shtml
Fatos e informações sobre o transporte marítimo na Baía de São Marcos (São Luís, MA), em especial de São Luís a Alcântara.
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Iate Barraqueiro encalha na Ponta d’Areia
Retornando de Alcântara para São Luís, na viagem que saiu às 07:00 de Alcântara, o barco Barraqueiro começou a tocar em bancos de areia ao aproximar-se da Ponta d’Areia. Às 08:30, quando já deveríamos estar em terra, a viagem ficou bem lenta, até que o barco encalhou a uns 300 metros da praia. Nenhuma informação foi dada aos passageiros do que ocorreu ou do que seria feito dali em diante. Perguntando, soube que o barco só poderia sair dali por volta das 13:00, quando a maré já estaria enchendo. Uns pescadores em um barco pequeno a motor (tipo “biana”), vendo a situação, começaram a levar alguns passageiros até a praia. Durante a travessia do barco para a biana, o tumulto era formado e somente a muito custo idosos e mulheres com crianças (que deveriam ter prioridade) conseguiam embarcar. Após três viagens, a biana também encalhou perto da praia sem conseguir levar todos passageiros. Após isso, dois integrantes da tripulação foram caminhando até a praia e mostrando aos passageiros que daria para sair com água acima dos joelhos. Como muitos passageiros estavam indo a pé (inclusive idosos e pessoas com criança), tirei o tênis, dobrei o pano da calça e entrei nessa saída louca. Molhei-me até quase na cintura em alguns pontos da travessia, enfrentamos alguns locais que tinham um pouco de correnteza, mas chegamos em terra. Só depois, vi quanto risco corremos ao fazer isso. Poderíamos cair em algum buraco, areia movediça e correr risco de afogamento. Abaixo registrei as fotos de passageiros fazendo essa arriscada travessia e do colega “D.J.” ao telefone ao lado do barco encalhado, antes de entrar na travessia a pé.
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Encalhes na Ponta d’Areia são investigados pela Capitania
Veja outra reportagem sobre o grande problema dos encalhes, no iMirante:
http://imirante.globo.com/noticias/2010/12/28/pagina262827.shtm
ou em cache: (arquivo PDF)
http://imirante.globo.com/noticias/2010/12/28/pagina262827.shtm
ou em cache: (arquivo PDF)
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Quatro embarcacos encalharam na bahia de São Marcos nesse domingo
Já está claro que a navegabilidade nas proximidades dos locais de embarque / desembarque de São Luís está bastante prejudicada, inviabilizando horários adequados para viagens e causando transtornos devido aos constantes encalhes. O espigão costeiro parece ser a solução mais adequada para esse problema, porém quando será que teremos ele pronto com a estrutura para embarque / desembarque? Veja a reportagem sobre esse assunto no site ENE10:
http://www.ene10.com/2010/12/27/quatro-embarcacoes-encalharam-na-bahia-de-sao-marcos-nesse-domingo-3548.htm
... ou em cache: (arquivo PDF)
http://www.ene10.com/2010/12/27/quatro-embarcacoes-encalharam-na-bahia-de-sao-marcos-nesse-domingo-3548.htm
... ou em cache: (arquivo PDF)
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Nova denúncia ao programa Balanço Geral
Nesta data enviei novo email ao programa Balanço Geral:
| de Mauro Jansen para balancogeral@cidadesat.com.br data 3 de dezembro de 2010 12:38 assunto Transporte São Luís-Alcântara: a saga continua Sérgio Murilo, Em 20/09/2010 (mais de dois meses atrás) enviei denúncia sobre o a precariedade e descaso das autoridades em relação ao transporte marítimo São Luís-Alcântara-São Luís. Não vou repetir aqui todos os problemas que mencionei. Vou apenas dizer que os problemas e o descaso continuam. Hoje o barco em que vim ficou encalhado às 09:30 na Ponta da Areia e quem não quis se sujeitar a ficar aguardando até as 15:00 ou mais, saiu do barco a pé andando com água até a cintura. Deixo então algumas perguntas que ainda não têm resposta: - De quem é a responsabilidade pela fiscalização e garantia da segurança e qualidade da viagem e prevenção de acidentes e ocorrências como essa? - Por que não há serviço de resgate e fiscalização? - Por que a Capitania não controla a chegada e saída das embarcações assim como ocorre nos aeroportos: as embarcações só sairiam com a autorização da Capitania, que verificaria previamente as condições do mar, vento e do porto (como você mesmo mencionou quando comentou meu último e-mail)? As autoridades ainda não acordaram para esse problema que cresce, pois além dos moradores da cidade, é grande o número de pessoas de São Luís que trabalham em Alcântara (e vice-versa) que precisam fazer esse percurso diária ou semanalmente. Vou continuar denunciando e vou contar os dias até enviar outra denúncia para vocês Um grande abraço a você e sua equipe! -- Mauro Professor - IFMA - Campus Alcântara |
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Embarque na Ponta d’Areia
O terminal hidroviário da Praia Grande (rampa Campos Melo) já não é um lugar de muito conforto e qualidade, porém nada se compara ao embarque na Ponta d’Areia. As viagens nunca saem no horário marcado (sempre atrasam). Não há nenhum abrigo ou sombra para os passageiros esperarem. É um lugar estranho e isolado. Temos que colocar os pés na areia e muitas vezes na água. O encalhamento de embarcações é constante, obrigando o passageiro a esperar em terra (para embarque) ou dentro da embarcação (para desembarque). Não há nenhuma infra-estrutura para embarque e desembarque. Algumas pessoas dizem que há algum tempo atrás a Capitania proibiu o embarque e desembarque na Ponta d’Areia e todos os embarques eram no porto da Ponta da Espera, porém, pelo visto, tudo voltou para a Ponta d'Areia sem nenhuma mudança.
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Denúncia ao programa Balanço Geral
Nesta data, indignado com o último acontecimento, enviei o email abaixo ao programa Balanço Geral (TV Cidade / Rede Record – canal 6):
de Mauro Jansen para balancogeral@cidadesat.com.br data 20 de setembro de 2010 22:17 assunto Precariedade do transporte São Luís-Alcântara Ao programa Balanço Geral: Desde que comecei a trabalhar em Alcântara, tenho vivenciado e observado a precariedade do transporte São Luís-Alcântara, que é usado por moradores da cidade e várias outras pessoas que, assim como eu, também fazem esse percurso, seja a trabalho, passeio ou por necessidade. O curioso é que só "acordamos" para dessa realidade ao passar por uma situação de perigo como a que passei recentemente (o catamarã em que eu estava ficou à deriva no mar porque a vela, cheia de remendos, rasgou e o cabo do arranque do motor se partiu). Gostaria de registrar aqui essa realidade e sugerir que sua conceituada equipe de jornalismo considere a possibilidade de fazer uma reportagem sobre a mesma: - As embarcações (lanchas, barcos de madeira e catamarã) não oferecem o mínimo de conforto e segurança aos passageiros, além de trafegarem muitas vezes na lotação máxima ou acima desta (visto que vão passageiros em pé); - A quantidade de embarcações que fazem essa viagem não atende à demanda de passageiros; - A tripulação não tem preparo para prestar atendimento de qualidade aos passageiros e turistas e muito menos primeiros socorros; - A conservação das embarcações é péssima, o que mostra que o lucro é apenas para enriquecimento dos donos, que no caso da principal empresa, comenta-se que são políticos. Uma das lanchas tem 36 anos; - Não há local específico para cargas e bagagens nas embarcações: elas ficam amontoadas no meio da passagem e a bagagem de mão no colo, no chão, ou pior, ocupando cadeiras; - A infra-estrutura portuária também não é nada boa, principalmente quando o embarque/desembarque é feito na Ponta da Areia; - Não há serviço de resgate ou salvamento rápido em casos como esse: não há embarcação de prontidão para efetuar reboque, salvamento ou resgate emergencial, seja da Capitania dos Portos ou outro órgão; - Ao ligar para a Capitania dos Portos no meio de uma emergência, eles se preocupam mais em registrar a ocorrência, fazendo um verdadeiro interrogatório para coletar os dados do reclamente e da ocorrência, em vez de priorizar buscar uma solução para o resgate e salvamento; - Quanto aos coletes salva-vidas, estes estão em péssimas condições (sujos, com mofo, baratas, nó, ou deteriorados), em local de difícil acesso em algumas embarcações, e não há recomendação nem fiscalização sobre a obrigatoriedade de uso, nem nas embarcações menores. O pior de tudo é que não temos outra opção de viagem que seja rápida e viável, pois a viagem por ferry boat se torna mais cara e demorada, por não haver transporte coletivo direto e regular do Cujupe até Alcântara, e por causa das da má condição da estrada. Espero que medidas sejam tomadas antes que ocorra outro acidente com vítimas como já ocorreu anos atrás com a lancha "Bate-Vento" . Espero também que com a reforma da estrada Cujupe-Alcântara alguma empresa ofereça transporte terrestre São Luís-Alcântara-São Luis via ferry boat, como já existe para cidades próximas ao Cujupe como Bequimão e Pinheiro. Do contrário, de que adianta propaganda dos atrativos turísticos da cidade de Alcântara se a primeira (má) impressão que o turista tem é na viagem. Assim como no transporte aéreo, no marítimo também não podemos contar com a sorte e sim buscar falha zero. Links e notícias relacionadas: http://www.jornalpequeno.com.br/2009/9/11/Pagina121844.htm http://imirante.globo.com/noticias/2009/09/10/pagina214018.shtml http://www.youtube.com/watch?v=cXnUIqnsJqY Saudações, -- Mauro Henrique Jansen Pereira Professor - Área: Informática/Software Livre IFMA - Campus Alcântara |
O apresentador do programa (Sérgio Murilo) comentou a denúncia logo no dia seguinte ao envio do email, por, dando bastante ênfase ao problema por vários minutos e cobrando ações da Capitania dos Portos.
Assinar:
Postagens (Atom)


