Nesta data vim de Alcântara para São Luís na lancha Diamantina que saiu de lá às 17:00. O desembarque ocorreu na Ponta d’Areia. A novidade desta vez foi que só havia um dos velhos ônibus para levar todos os passageiros até a Beira-Mar, como de costume. Os passageiros foram “espremidos” no pequeno e desconfortável ônibus, sendo que algumas pessoas foram praticamente “penduradas” na porta. Onde está a qualidade de serviço? Não vamos nem tão longe... Onde está a dignidade do usuário desses serviços?
Fatos e informações sobre o transporte marítimo na Baía de São Marcos (São Luís, MA), em especial de São Luís a Alcântara.
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Baldeação no embarque na Ponta d’Areia
Venho hoje relatar fato que já aconteceu antes e que com certeza é comum ocorrer. Comprei passagem para viajar de São Luis para Alcântara no barco Lusitana cuja partida seria às 07:00 da Ponta d’Areia. Detalhe: a maré estava seca na Beira-Mar e o horário dessa mesma viagem da lancha Diamantina seria às 10:00. Ao chegarmos na Ponta d’Areia no ônibus que leva os passageiros, vimos que o barco Lusitana estava no meio do mar, longe da praia, e que seríamos transportados pelo catamarã “Lua Nova” até o barco, para baldeação. Foi a segunda e última vez que passei por isso. São as coisas que a gente faz no ímpeto da vontade e do dever de trabalhar. O embarque no catamarã é tumultuado, não há controle de lotação e de distribuição do peso no catamarã, que encalha antes de sair. São necessárias três ou mais viagens e baldeações para levar todos passageiros até o barco no meio do mar e o risco no momento da baldeação é grande, principalmente para idosos e crianças, devido ao balanço das duas embarcações, a diferença de altura das mesmas e aos tamanhos e obstáculos nas bordas. O resumo da história é que saímos da Ponta d’Areia quase 09:00, quando a saída prometida seria 07:00, após sermos expostos a todos esses riscos e desrespeitos à vida e direitos do consumidor.
terça-feira, 26 de julho de 2011
Capitania dos Portos do MA fiscaliza embarcações
Boa iniciativa da CPMA. Deveria ser constante ou pelo menos ter sido feita desde o início das férias.
Confira reportagem no site do iMirante: http://imirante.globo.com/noticias/2011/07/26/pagina280488.shtml
Confira reportagem no site do iMirante: http://imirante.globo.com/noticias/2011/07/26/pagina280488.shtml
sábado, 23 de julho de 2011
Comandante do Corpo de Bombeiros inspeciona lanchas de resgate de vítimas e combate a incêndio
A Secretaria de Estado de Saúde doou duas lanchas ao Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão. Elas serão usadas pelo CBMA em operações de resgate de vítimas e combate a incêndio em embarcações, tanto em mar aberto como em rios e lagos. O comandante-geral do CBMA fez visita às instalações das duas lanchas para conferir a capacidade técnica e de operacionalização das mesmas.
Não queremos precisar, é claro, mas é muito bom saber que o Corpo de Bombeiros tem mais esses recursos para atuar em salvamentos, quando necessário. Anote os contatos do Corpo de bombeiros:
.. e confirma notícia completa no iMirante:
http://imirante.globo.com/noticias/2011/07/23/pagina280274.shtml
Não queremos precisar, é claro, mas é muito bom saber que o Corpo de Bombeiros tem mais esses recursos para atuar em salvamentos, quando necessário. Anote os contatos do Corpo de bombeiros:
- Geral: 193
- Grupamento de Bombeiros Marítmos (GBMar - Ponta d'Areia): 3212-1532
.. e confirma notícia completa no iMirante:
http://imirante.globo.com/noticias/2011/07/23/pagina280274.shtml
domingo, 17 de julho de 2011
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Iate Barraqueiro encalha na Ponta d’Areia
Retornando de Alcântara para São Luís, na viagem que saiu às 07:00 de Alcântara, o barco Barraqueiro começou a tocar em bancos de areia ao aproximar-se da Ponta d’Areia. Às 08:30, quando já deveríamos estar em terra, a viagem ficou bem lenta, até que o barco encalhou a uns 300 metros da praia. Nenhuma informação foi dada aos passageiros do que ocorreu ou do que seria feito dali em diante. Perguntando, soube que o barco só poderia sair dali por volta das 13:00, quando a maré já estaria enchendo. Uns pescadores em um barco pequeno a motor (tipo “biana”), vendo a situação, começaram a levar alguns passageiros até a praia. Durante a travessia do barco para a biana, o tumulto era formado e somente a muito custo idosos e mulheres com crianças (que deveriam ter prioridade) conseguiam embarcar. Após três viagens, a biana também encalhou perto da praia sem conseguir levar todos passageiros. Após isso, dois integrantes da tripulação foram caminhando até a praia e mostrando aos passageiros que daria para sair com água acima dos joelhos. Como muitos passageiros estavam indo a pé (inclusive idosos e pessoas com criança), tirei o tênis, dobrei o pano da calça e entrei nessa saída louca. Molhei-me até quase na cintura em alguns pontos da travessia, enfrentamos alguns locais que tinham um pouco de correnteza, mas chegamos em terra. Só depois, vi quanto risco corremos ao fazer isso. Poderíamos cair em algum buraco, areia movediça e correr risco de afogamento. Abaixo registrei as fotos de passageiros fazendo essa arriscada travessia e do colega “D.J.” ao telefone ao lado do barco encalhado, antes de entrar na travessia a pé.
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